Projeto MTPC
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
RESUMO
O processador, também conhecido como
CPU, é peça fundamental dos computadores. E não estamos falando apenas dos
famosos PCs. Celulares, video games, smartphones, tablets: todos esses
dispositivos precisam de processadores para funcionar. Esse componente tão
vital é responsável por carregar e realizar as operações aritméticas e lógicas
de que os programas de computador fazem uso. Portanto, nada funciona sem a
famosa CPU.
Levou décadas para que chegássemos aos
modelos atuais de processadores. Na verdade, demoramos alguns anos para chegar
também à ideia que temos hoje de como uma CPU funciona.
Este trabalho pretende mostrar o
processo evolutivo dos microprocessadores utilizados nos computadores pessoais,
desde a sua criação e fabricação, até a sua utilização em outros dispositivos
como telefones celulares, tablets e videogames.
Vamos abordar os principais fabricantes,
tecnologias, arquitetura, evolução, características e aplicações.
Palavras-chave: válvulas, lei de
Moore, processadores, circuitos integrados, evolução dos microprocessadores
Componente básico de um processador, o
transistor é exatamente o avanço na tecnologia de fabricação destes componentes
que possibilitou a grandiosa evolução dos processadores.
Os transistores eram feitos de
germânio, um semicondutor metálico, porém na década de 50 se descobriu que o
silício oferecia uma série de vantagens sobre o germânio.
O primeiro microprocessador comercial
do mundo foi desenvolvido pela empresa Intel em 1971, a partir de um pedido da
empresa japonesa Busicom para ser utilizado em uma calculadora portátil.
É impossível falar de
microprocessadores sem mencionar a empresa Intel, que está na liderança dos
processadores até os dias de hoje.
Fundada em 1969, a AMD, em seu começo,
chegou a produzi chips sobe encomenda para a própria Intel, desenvolvendo
posteriormente seus próprios produtos.
Para ganhar popularidade no mercado,
praticamente monopolizado pela Intel, a AMD ofereceu inicialmente produtos de
baixo custo, o que acabou se tornando a sua própria referência.
Lei de Moore - Em 1965 um dos
fundadores da Intel, Gordon Moore, publicou um artigo sobre o aumento da capacidade
de processamento dos computadores. Este ficou conhecido como a “Lei de Moore”,
Moore afirma que essa capacidade dobraria a cada 18 meses e que o crescimento
seria constante e desde então todos os fabricantes de microprocessadores se
sentiram na obrigação de dobrar a capacidade de processamento dos seus
processadores a cada 18 meses, dando início a corrida pelo desempenho.
A indústria de tecnologia tem crescido
de forma vertiginosa, desde o tempo em que Gordon Moore proferiu a famosa Lei
que leva o seu nome. Passados mais de 40 anos, a velocidade dos
microprocessadores continua a crescer e a quantidade de transistores impressos nos
chips segue adiante sem parar. Atualmente, a duplicação da densidade de
transistores não dobra a cada ano, mas sim a cada período de aproximadamente
dezoito meses.
É certo que o fim da Lei de Moore se
aproxima, mas é muito difícil prever quando e como isso vai acontecer, ou seja,
não temos como atrelar um prazo de validade a ela. As empresas de alta
tecnologia como a Intel e outras, de forma surpreendente, encontram novas
formas de trabalhar e lidar com problemas que inicialmente insuperáveis.
É muito provável que o poder de processamento
dos microprocessadores vai continuar a crescer por um longo tempo, seja em
função das consequências da Lei de Moore ou pela adoção de novas tecnologias. A
própria Intel tem realizado pesquisas com processadores 3D, ou seja, circuitos
tridimensionais empilhados um em cima do outro e o processador quântico9 também
pode vir a se tornar realidade.
Essas e outras tecnologias, podem vir
a ser o futuro da arquitetura de microprocessadores e da computação. Problemas
acabam sendo superados e o que parecia impossível hoje, amanhã pode ser
completamente realizado.
Uma das maiores lições que podemos
tirar da Lei de Moore, é que não podemos nos precipitar e concluirmos
rapidamente e dizer que é impossível. O futuro é incerto, mas com certeza muito
promissora para os microprocessadores.
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